quinta-feira, 27 de agosto de 2009

JOÃO JOSÉ DE FREITAS - UM EXEMPLO PARA MATOSINHOS





João José de Freitas, meu antepassado advogado e revolucionário, heroi republicano.
Nasceu em 28.5.1873 na aldeia de Paranhos, concelho de Carrazeda de Ansiães. Foi morto com um tiro de carabina, dentro do comboio que dia 15 de Maio de 1915 transportava do Porto para Lisboa o indigitado chefe do governo João Pinheiro Chagas, pois na véspera rebentara mais uma revolução em Lisboa que punha termo ao governo de Pimenta de Castro. A fatídica espera deu se no Entroncamento. João de Freitas que ao tempo era deputado na Assembleia Constituinte pelo partido republicano, ao saber que Chagas iria ser o chefe do governo, tratou de eliminar o candidato. Entrou no comboio, percorreu as carruagens onde viajava o potencial chefe do novo governo e desferiu quatro tiros de pistola que o atingiram de raspão na cabeça e lhe arrancaram um olho, ficando impossibilitado de formar governo. O deputado transmontano foi, entretanto, dominado pelo Dr. Paulo José Falcão que viajava com Chagas. Entregou-o à guarda republicana que entretanto acorreu. João de Freitas, mostrando a fibra de que era feito, ainda tentou fugir e pegar, de novo, na pistola. Mas acabou por ser barbaramente assassinado pela GNR com um tiro de carabina em 15.05.1915, quando tentava salvar Portugal.

Tempos de glória para pessoas com fibra e ambição.

Uma lição para os candidatos às autarquicas em Matosinhos.





5 comentários:

JOSÉ MODESTO disse...

Caros Amigos da blogosfera, lancei pelo menos quatro desafios que me parecem importantes no nosso futuro
o futuro de Matosinhos as suas Freguesias, a suas Gentes, confesso que a reacção aos reptos por mim lançados, as respostas foram quase nulas.
Os desafios foram:
TRÂNSITO
CULTURA
TRABALHO
ENSINO
No entanto fico deverás pasmado, já que depois dos nossos bloggers publicarem os referidos desafios, os comentários
aos mesmos foram quase nenhuns!!! no entanto noto que a intriga e o mal dizer continua…Matosinhos a minha terra é diferente em tudo.

Haveria mais desafios a fazer, vou aguardar, entendo que existe uma falta de cultura e de vazio que é urgente
colmatar, da minha parte continuarei a fazer o que sempre fiz: dar o meu modesto contributo para que a nossa terra fique melhor.
Espero ansiosamente pelas eleições, aí veremos o que os nossos candidatos, bem como a equipa vão fazer em prol desta terra plantada á beira mar.

Saudações Marítimas
José Modesto

Américo de Castro Freitas disse...

Amigo Modesto. No seu texto está a resposta ao seu apelo. São nulidades em todo o lado e o vazio é a melhor ideia.
A intigra e o mal dizer atrai sempre mais "moscas". Se alguém avança com ideias sérias ou tem uma desinteressada e genuina vontade de participação cívica, todos julgam que nos conhecem e cristalizam juízos de valor.
Além disso, ninguém é profeta na sua terra, como já provou Jesus Cristo há mais de 2 mil anos.
Já que pede, dou-lhe uma ajuda:
Transito - estamos pior que o Porto
Cultura - Apesar de tudo é razoável. Recordemos também a Horta á Porta.
Trabalho - a emigração é o melhor caminho
Ensino - está de férias.

Cumprimentos e continuação de boas férias.

Anónimo disse...

Deixo aqui apenas uma correcção. João José de Freitas nãos nasceu na freguesia de Paranhos mas sim PARAMBOS. Para quem se diz da família deveria ter mais cuidado com estes erros. Isto é fruto de se basearem noutros escritos e não pesquisarem no terreno.
Alguém que muito admira o ilustre DRº João de Freitas

Anónimo disse...

a aldeia chama-se Parambos e nao paranhos

como o anonimo anterior referiu

Anónimo disse...

Que barbaridade!